Cidasc monitora nuvem de gafanhotos que pode chegar ao RS

Os insetos são oriundos do Paraguai, onde destruíram plantações de milho

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) informou nesta terça-feira (23) que tem acompanhado a questão da nuvem de gafanhotos que está na Argentina e pode chegar ao Brasil, e pede aos produtores, especialmente na região da fronteira, que avisem o órgão caso percebam algo nesse sentido. Já a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc) diz que, tecnicamente, não há chance de os insetos virem para o território catarinense.

O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) informou ao Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento (Mapa) que, se as atuais condições climáticas continuarem, a nuvem deve ir para o Uruguai.

No entanto, por causa da proximidade com o Sul do país, é necessário que os órgãos estaduais e os agricultores fiquem atentos para “eventuais medidas de controle da praga caso esta nuvem ingresse em território brasileiro”.

Os insetos são oriundos do Paraguai, onde destruíram plantações de milho, e chegaram no território argentino no fim da última semana. Uma projeção do país prevê que os gafanhotos podem atingir o Oeste do Rio Grande do Sul e também Santa Catarina, colocando em risco as lavouras.

A Cidasc diz que ainda aguarda diretrizes do Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa) para definir o que será feito em relação aos insetos.

“Esse contato já foi feito e estamos aguardando. Normalmente depois dessa orientação é montado um plano de contingência”, explicou a gestora da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal do órgão catarinense, Fabiane dos Santos.

Com informações G1/SC

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