Ex-prefeito de Itá condenado na Operação Fundo do Poço

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina divulgou nas últimas horas a decisão final sobre as condenações dos empresários e lideranças políticas denunciadas na Operação Fundo do Poço que apurou ilegalidades cometidas durante as gestões em Prefeituras do Oeste e Meio Oeste do Estado. Foram denunciados 37 pessoas, entre políticos e empresários.

Entre os condenados o ex-prefeito de Itá, Egídio Griiti, condenado a 5 anos e 5 meses de reclusão em regime inicial fechado.

O caso ganhou uma notoriedade maior por envolver o deputado Romildo Titon (MDB) que foi condenado ao cumprimento de 10 anos e um mês de reclusão em regime fechado por corrupção passiva.

Na região foram várias lideranças condenadas e algumas absolvidas durante o julgamento em Florianópolis. Todos os condenados ainda poderão ingressar com recurso tentando reformar a sentença. Outros réus que não aparecem nessa decisão dos desembargadores estão com o processos tramitando nas comarcas de origem, ou seja, em 1ª instância.

ABSOLVIDOS

Foram absolvidos no processo: Alcides Mocelin, Elizete Roani, Evandro Carlos dos Santos, Lucimar Salmória, Mascos Justino Guarda, Rodrigo Peche, Valmor Pedro Bacca.

O Tribunal de Justiça decidiu condenar:

Adélio Spanholi PIRATUBA– 7 anos de reclusão e 5 anos e quatro meses de detenção em regime semiaberto: total 12 anos e 4 meses.

André Jamir Turra – 7 anos de detenção no regime inicial semiaberto.

Arilton dos Santos Clezar – 3 anos e 6 meses de reclusão e 5 anos e 4 meses de detenção no regime semiaberto: total 8 anos e 10 meses.

Carlos Alberto Maltauro – 2 anos e 8 meses de reclusão em regime aberto, pena substituída por prestação de serviço comunitário.

Cláudio Frederico May – 11 anos e 6 meses de reclusão e 2 anos e 4 meses de detenção em regime inicial fechado: total 13 anos e 10 meses.

Egídio Griiti – 5 anos e 5 meses de reclusão em regime inicial fechado.

Fernando Mocelin – 2 anos e 8 meses de reclusão e 2 anos e 8 meses de detenção: total 5 anos e 6 meses.

Janice Raupp – 14 anos e 8 meses de detenção no semiaberto.

Juarez Atanael da Silva – 3 anos e 6 meses de reclusão e 3 anos de detenção com início no semiaberto: total 6 anos e 6 meses.

Luciano Dal Pizzol – 17 anos e 5 meses de reclusão e 15 anos e 5 meses de detenção no regime fechado: total 33 anos.

Luiz Antônio Zanchett – 7 anos e 4 meses de reclusão e 8 anos e 10 meses de detenção: total 16 anos e 2 meses.

Márcio Geuster – 6 anos e 2 meses de reclusão no semiaberto.

Romildo Titon – 10 anos e 1 mês no regime inicial fechado.

Sérgio Schmitz – Alto Bela Vista -3 anos e 1 mês no regime aberto, pena substituída por restritivas de direito.

Vanderlei Raupp – 11 anos e 8 meses de detenção no semiaberto.

Walter Kucher Junior – 6 anos e 2 meses de reclusão e 2 anos e 8 meses de detenção: total 8 anos e 10 meses.

Ademir Carniel – 3 anos e 6 meses de reclusão e 7 anos de detenção: total 10 anos e 6 meses.

Everaldo Ransoni – 5 anos e 10 meses de reclusão e 3 anos e 6 meses de detenção: total 9 anos e 4 meses.

Gilso Cherobin – 2 anos e 8 meses de reclusão, pena substituída por restritiva de direito.

Giovani Ribeiro Lopes – 2 anos e 8 meses de reclusão, pena substituída por restritivas de direito.

Inês Pegoraro Shons – 8 anos e 6 meses de reclusão e 5 anos e 9 meses de detenção: total 14 anos e 4 meses.

Isaías Scolaro – 8 anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado.

José de Matia – 3 anos e 1 mês de reclusão e 2 anos e 8 meses de detenção: total 5 anos e 9 meses.

Juvelino Varela – 2 anos e 4 meses de reclusão, pena substituída por restritiva de direito.

Keni Muniz – 5 anos e 4 meses de reclusão e 7 anos de detenção: total 12 anos e 4 meses.

Neri Miqueloto – 6 anos e 2 meses de reclusão e 2 anos e 8 meses de detenção: total 8 anos e 10 meses.

Rodrigo José Neis – 2 anos e 8 meses de reclusão, pena substituída por restritiva de direito.

Vander Schons: 4 anos e 8 meses de reclusão no semiaberto.

Atual

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