As equipes de resgate realizaram, nesta terça-feira (6), novas buscas ao longo do Rio Chapecozinho, em áreas previamente delimitadas a partir de relatos de familiares e populares. As informações recebidas foram analisadas e filtradas pelas equipes, possibilitando o mapeamento de pontos específicos considerados relevantes para investigação.
Entre os indicativos avaliados estiveram a presença de odores fortes e a visualização de objetos flutuantes presos à vegetação e galhos ao longo da correnteza do rio.
Durante o período matutino, as buscas contaram com o apoio de um drone da Defesa Civil de Xanxerê, além de sobrevoo realizado pelo helicóptero do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER). As ações também tiveram o suporte de equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) em solo.
Já no período vespertino, outra equipe deu continuidade aos trabalhos utilizando um drone do CBMSC e o binômio de busca, concentrando as ações no trecho do rio compreendido entre os municípios de Entre Rios e Marema.
Apesar dos esforços, as buscas não obtiveram êxito até o momento. As áreas vistoriadas foram consideradas descartadas pelas equipes. Os trabalhos deverão ser retomados nesta quarta-feira, uma vez que dependem de boas condições de visibilidade para o avanço das operações.
De acordo com os socorristas, a correnteza do Rio Chapecozinho é forte e a mata ciliar apresenta elevada densidade, fatores que dificultam significativamente as buscas.
Mãe e filha desapareceram nas águas no dia 1 de janeiro. Patrícia Sechini, 34 anos, foi localizada no sábado, 3. O corpo da menina Yasmin, 10 anos, ainda não foi encontrado.




